Mostra de Tiradentes 2026: O Futuro do Audiovisual Brasileiro

Além da programação de filmes, mostra inclui debates sobre políticas pública e o mercado de audiovisual no país

3 min de leituraFonte original
Mostra de Tiradentes 2026: O Futuro do Audiovisual Brasileiro
© Leo Lara/Universo Produções

A 29ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes teve sua abertura na sexta-feira, dia 23, celebrando um dos momentos mais vibrantes do cinema brasileiro. Artistas, realizadores, produtores e representantes do poder público se reuniram no Cine-Tenda para iniciar uma programação que transcende a simples exibição de filmes. Este evento se configura como um espaço de reflexão crítica e articulação institucional, solidificando a Mostra como um dos principais pontos de encontro para o pensamento e a ação do audiovisual no Brasil.

Durante a cerimônia de abertura, a coordenadora-geral da Mostra, Raquel Hallak, destacou a importância histórica do evento em promover a diversidade de vozes e linguagens. "A imaginação que surge de muitos Brasis nos apresenta diferentes maneiras de existir. Desde o início, a mostra optou por apoiar esses novos protagonismos e possibilidades", declarou.

Hallak também levantou questões sobre a regulação das plataformas de streaming, a necessidade de democratizar as políticas públicas e a relevância do cinema nacional como um motor econômico. Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a homenagem à atriz e diretora Karine Teles, que recebeu o Troféu Barroco em reconhecimento a mais de 20 anos de carreira marcada por escolhas autorais e versatilidade artística. Visivelmente emocionada e acompanhada da família, Karine expressou os desafios de se manter no campo cultural: "Quem trabalha com cultura, educação e arte no nosso país sabe que estamos sempre recomeçando. Nossas carreiras são instáveis e imprevisíveis, como uma montanha-russa de emoções. Persistir, permanecer, é uma tarefa difícil. Não é algo romântico ou glorioso; é realmente desafiador."

A abertura também contou com a presença da ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, que ressaltou a importância política e simbólica do audiovisual. "Estamos vivendo um momento crucial para a projeção do cinema brasileiro no mundo. Isso representa algo mais profundo: somos um povo capaz de transformar memória, dor, alegria e luta em narrativa", afirmou.

A secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, celebrou o reconhecimento internacional do cinema nacional, usando uma camiseta do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que foi indicado a quatro Oscars. Ela destacou a centralidade das políticas públicas para o setor: "Quando um filme brasileiro é exibido, o Brasil inteiro entra em cartaz. E, neste momento, o Brasil está em cartaz no mundo todo. Isso não é por acaso; é resultado de políticas públicas eficazes."

A programação do sábado, dia 24, marcou o início do Fórum de Cinema de Tiradentes, que nesta quarta edição, se dedica a discutir políticas culturais, indústria e democracia. A abertura contou com a presença de membros do governo e produtores, além da leitura de uma carta de princípios apresentada pela produtora Débora Ivanov. O texto convoca o setor a se mobilizar em defesa das conquistas recentes e a refletir sobre o futuro, em meio aos desafios que estão emergindo.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social como eixo central do processo. Além disso, Bruna Boeckmann da Ancine afirmou que o PDM é uma referência para futuras ações do setor. A inclusão do audiovisual na NIB foi destacada por Walkiria Barbosa, presidenta da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual (Fica), como um passo importante para a modernização da indústria e a inserção do setor em acordos estratégicos.

Atualizado há menos de 1 hora

A Mostra reafirma seu papel como um dos principais espaços de reflexão, exibição e articulação do cinema nacional. Representando o Ministério da Cultura, a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga celebrou o momento vivido pelo setor. "Estamos transbordando de felicidade. Começamos o ano ganhando o Globo de Ouro, com o filme O Agente Secreto e temos dez filmes brasileiros em Berlim e 137 filmes aqui na Mostra. Quando um filme brasileiro entra em cartaz, o Brasil entra em cartaz no mundo", afirmou.

A ministra de Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, ressaltou o caráter coletivo da arte cinematográfica e sua relação com os direitos humanos. Segundo ela, o reconhecimento internacional do cinema brasileiro revela a capacidade do povo brasileiro de transformar memória, alegria e luta em narrativa, fruto de uma história de resistência, organização coletiva e afirmação da dignidade.

O diretor Júlio Bressane destacou a dimensão coletiva da criação cinematográfica, enfatizando que o cinema, assim como outras artes, é uma criação construída de forma colaborativa, em um processo que sintetiza o espírito da Mostra.

A diretora da Universo Produções, Raquel Hallak, destacou o cinema como expressão cultural, econômica e simbólica. "O cinema é cultura, é economia criativa, influencia a maneira como nos vemos e como somos vistos. Não há soberania sem imaginação, sem imagem própria. E a soberania imaginativa não se sustenta sem políticas públicas", afirmou.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social.

Jussara Locatelli destacou o PDM como referência para as ações futuras do audiovisual brasileiro e ressaltou a importância da inclusão do setor na NIB, especialmente para pequenas e médias empresas. Walkiria Barbosa, presidenta da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual (Fica), afirmou que a entrada do audiovisual na NIB permite a inserção do setor em grandes acordos estratégicos e contribui para a modernização da indústria audiovisual. Ela também anunciou o início de uma pesquisa de mercado sobre a exportação de filmes brasileiros.

Atualizado há menos de 1 hora

Sob o tema Soberania Imaginativa, a abertura da edição reuniu autoridades, artistas, intelectuais e representantes do setor audiovisual em um encontro marcado pela valorização do cinema brasileiro, das políticas públicas e da força coletiva da criação artística.

A ministra de Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, ressaltou o caráter coletivo da arte cinematográfica e sua relação com os direitos humanos. Segundo ela, o reconhecimento internacional do cinema brasileiro revela a capacidade do povo brasileiro de transformar memória, alegria e luta em narrativa, fruto de uma história de resistência, organização coletiva e afirmação da dignidade.

O diretor Júlio Bressane destacou a dimensão coletiva da criação cinematográfica, enfatizando que o cinema, assim como outras artes, é uma criação construída de forma colaborativa, em um processo que sintetiza o espírito da Mostra.

A diretora da Universo Produções, Raquel Hallak, destacou o cinema como expressão cultural, econômica e simbólica. “O cinema é cultura, é economia criativa, influencia a maneira como nos vemos e como somos vistos. Não há soberania sem imaginação, sem imagem própria. E a soberania imaginativa não se sustenta sem políticas públicas”, afirmou.

Apresentações artísticas e performances conectadas ao tema da edição, incluindo a apresentação da Sociedade Orquestra e Banda Ramalho (S.O.B.R.) e uma performance audiovisual inspirada no conceito de Soberania Imaginativa completaram a noite.

Encerrando a cerimônia, foi realizada a pré-estreia do filme O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima, reforçando o diálogo entre memória, experimentação e criação contemporânea.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social.

Jussara Locatelli destacou o PDM como referência para as ações futuras do audiovisual brasileiro e ressaltou a importância da inclusão do setor na NIB, especialmente para pequenas e médias empresas. Walkiria Barbosa, presidenta da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual (Fica), afirmou que a entrada do audiovisual na NIB permite a inserção do setor em grandes acordos estratégicos e contribui para a modernização da indústria audiovisual.

Durante a sessão de abertura do 4º Fórum de Tiradentes, Joelma Gonzaga afirmou que o reconhecimento atual do cinema brasileiro está diretamente relacionado ao contexto político e institucional do país. Segundo ela, a atuação da SAV é orientada por dados, evidências e planejamento de longo prazo, com foco na continuidade das políticas públicas.

Atualizado há menos de 1 hora

Sob o tema Soberania Imaginativa, a abertura da edição reuniu autoridades, artistas, intelectuais e representantes do setor audiovisual em um encontro marcado pela valorização do cinema brasileiro, das políticas públicas e da força coletiva da criação artística. Representando o Ministério da Cultura, a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga celebrou o momento vivido pelo setor. “Estamos transbordando de felicidade. Começamos o ano ganhando o Globo de Ouro, com o filme O Agente Secreto e temos dez filmes brasileiros em Berlim e 137 filmes aqui na Mostra. Quando um filme brasileiro entra em cartaz, o Brasil entra em cartaz no mundo”, afirmou. Joelma também destacou o papel das políticas públicas no fortalecimento do audiovisual. “Isso não é por acaso: é fruto de política pública. Foi nos governos do presidente Lula que o audiovisual ganhou proeminência”, reforçou, lembrando a importância da continuidade das políticas culturais. A ministra de Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, ressaltou o caráter coletivo da arte cinematográfica e sua relação com os direitos humanos. Segundo ela, o reconhecimento internacional do cinema brasileiro revela a capacidade do povo brasileiro de transformar memória, alegria e luta em narrativa, fruto de uma história de resistência, organização coletiva e afirmação da dignidade. O diretor Júlio Bressane destacou a dimensão coletiva da criação cinematográfica, enfatizando que o cinema, assim como outras artes, é uma criação construída de forma colaborativa, em um processo que sintetiza o espírito da Mostra. A diretora da Universo Produções, Raquel Hallak, destacou o cinema como expressão cultural, econômica e simbólica. “O cinema é cultura, é economia criativa, influencia a maneira como nos vemos e como somos vistos. Não há soberania sem imaginação, sem imagem própria. E a soberania imaginativa não se sustenta sem políticas públicas”, afirmou. Também participaram representantes do Governo de Minas Gerais e das prefeituras de Belo Horizonte e de Tiradentes, além da deputada federal Jandira Feghali. Entre as personalidades presentes estiveram o escritor e intelectual Frei Betto, e a atriz, roteirista e diretora Karine Telles — homenageada desta edição. Apresentações artísticas e performances conectadas ao tema da edição, incluindo a apresentação da Sociedade Orquestra e Banda Ramalho (S.O.B.R.) e uma performance audiovisual inspirada no conceito de Soberania Imaginativa completaram a noite. Encerrando a cerimônia, foi realizada a pré-estreia do filme O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima, reforçando o diálogo entre memória, experimentação e criação contemporânea.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretária do Audiovisual, Joelma Gonzaga, destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social. A mediação foi realizada por Débora Ivanov, da coordenação geral do 4º Fórum de Tiradentes. A secretária do Audiovisual também participou da sessão de abertura do 4º Fórum de Tiradentes, que teve como foco os desafios e as oportunidades para a consolidação de um ecossistema nacional do audiovisual. Durante sua intervenção, Joelma afirmou que o reconhecimento atual do cinema brasileiro está diretamente relacionado ao contexto político e institucional do país.

Atualizado há menos de 1 hora

Sob o tema Soberania Imaginativa, a abertura da edição reuniu autoridades, artistas, intelectuais e representantes do setor audiovisual em um encontro marcado pela valorização do cinema brasileiro, das políticas públicas e da força coletiva da criação artística. Representando o Ministério da Cultura, a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga celebrou o momento vivido pelo setor, destacando que 'estamos transbordando de felicidade. Começamos o ano ganhando o Globo de Ouro, com o filme O Agente Secreto e temos dez filmes brasileiros em Berlim e 137 filmes aqui na Mostra. Quando um filme brasileiro entra em cartaz, o Brasil entra em cartaz no mundo', afirmou.

A ministra de Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, ressaltou o caráter coletivo da arte cinematográfica e sua relação com os direitos humanos. Segundo ela, o reconhecimento internacional do cinema brasileiro revela a capacidade do povo brasileiro de transformar memória, alegria e luta em narrativa, fruto de uma história de resistência, organização coletiva e afirmação da dignidade.

O diretor Júlio Bressane destacou a dimensão coletiva da criação cinematográfica, enfatizando que o cinema, assim como outras artes, é uma criação construída de forma colaborativa, em um processo que sintetiza o espírito da Mostra.

A diretora da Universo Produções, Raquel Hallak, destacou o cinema como expressão cultural, econômica e simbólica. 'O cinema é cultura, é economia criativa, influencia a maneira como nos vemos e como somos vistos. Não há soberania sem imaginação, sem imagem própria. E a soberania imaginativa não se sustenta sem políticas públicas', afirmou.

Encerrando a cerimônia, foi realizada a pré-estreia do filme O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima, reforçando o diálogo entre memória, experimentação e criação contemporânea.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social. Jussara Locatelli destacou o PDM como referência para as ações futuras do audiovisual brasileiro e ressaltou a importância da inclusão do setor na NIB, especialmente para pequenas e médias empresas. Walkiria Barbosa, presidenta da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual (Fica), afirmou que a entrada do audiovisual na NIB permite a inserção do setor em grandes acordos estratégicos e contribui para a modernização da indústria audiovisual. Ela também anunciou o início de uma pesquisa de mercado sobre a exportação de filmes brasileiros.

Atualizado há menos de 1 hora

A programação do sábado, dia 24, marcou o início do Fórum de Cinema de Tiradentes, que nesta quarta edição, se dedica a discutir políticas culturais, indústria e democracia. A abertura contou com a presença de membros do governo e produtores, além da leitura de uma carta de princípios apresentada pela produtora Débora Ivanov. O texto convoca o setor a se mobilizar em defesa das conquistas recentes e a refletir sobre o futuro, em meio aos desafios que estão emergindo.

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social.

Atualizado há menos de 1 hora

A abertura da edição reuniu autoridades, artistas, intelectuais e representantes do setor audiovisual em um encontro marcado pela valorização do cinema brasileiro, das políticas públicas e da força coletiva da criação artística. Representando o Ministério da Cultura, a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga celebrou o momento vivido pelo setor. “Estamos transbordando de felicidade. Começamos o ano ganhando o Globo de Ouro, com o filme O Agente Secreto e temos dez filmes brasileiros em Berlim e 137 filmes aqui na Mostra. Quando um filme brasileiro entra em cartaz, o Brasil entra em cartaz no mundo”, afirmou.

A diretora da Universo Produções, Raquel Hallak, destacou o cinema como expressão cultural, econômica e simbólica. “O cinema é cultura, é economia criativa, influencia a maneira como nos vemos e como somos vistos. Não há soberania sem imaginação, sem imagem própria. E a soberania imaginativa não se sustenta sem políticas públicas”, afirmou.

Encerrando a cerimônia, foi realizada a pré-estreia do filme O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima, reforçando o diálogo entre memória, experimentação e criação contemporânea.

Atualizado há menos de 1 hora

No terceiro dia da Mostra de Tiradentes, o Ministério da Cultura lançou o inédito Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 e o curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, em parceria com a Escola Fundação Itaú. Estas iniciativas, apresentadas pela Secretaria do Audiovisual, fazem parte de uma estratégia para fortalecer políticas públicas, ampliar a produção de dados e investir em formação no setor. Durante o debate sobre políticas de fomento audiovisual, foi destacado o investimento de R$ 542 milhões do Governo Federal, com contrapartida de R$ 120 milhões de estados e municípios, visando descentralizar o financiamento e estimular uma cinematografia plural. A presidenta da Funarte, Maria Marighella, e a secretária de Cultura de Belo Horizonte, Eliane Parreiras, também participaram das discussões, destacando a cultura como uma força coletiva e a importância da gestão compartilhada entre União, estados e municípios.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social.

Atualizado há menos de 1 hora

Sob o tema Soberania Imaginativa, a abertura da edição reuniu autoridades, artistas, intelectuais e representantes do setor audiovisual em um encontro marcado pela valorização do cinema brasileiro, das políticas públicas e da força coletiva da criação artística.

Representando o Ministério da Cultura, a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga celebrou o momento vivido pelo setor. “Estamos transbordando de felicidade. Começamos o ano ganhando o Globo de Ouro, com o filme O Agente Secreto e temos dez filmes brasileiros em Berlim e 137 filmes aqui na Mostra. Quando um filme brasileiro entra em cartaz, o Brasil entra em cartaz no mundo”, afirmou.

Joelma também destacou o papel das políticas públicas no fortalecimento do audiovisual. “Isso não é por acaso: é fruto de política pública. Foi nos governos do presidente Lula que o audiovisual ganhou proeminência”, reforçou, lembrando a importância da continuidade das políticas culturais.

A ministra de Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, ressaltou o caráter coletivo da arte cinematográfica e sua relação com os direitos humanos. Segundo ela, o reconhecimento internacional do cinema brasileiro revela a capacidade do povo brasileiro de transformar memória, alegria e luta em narrativa, fruto de uma história de resistência, organização coletiva e afirmação da dignidade.

O diretor Júlio Bressane destacou a dimensão coletiva da criação cinematográfica, enfatizando que o cinema, assim como outras artes, é uma criação construída de forma colaborativa, em um processo que sintetiza o espírito da Mostra.

A diretora da Universo Produções, Raquel Hallak, destacou o cinema como expressão cultural, econômica e simbólica. “O cinema é cultura, é economia criativa, influencia a maneira como nos vemos e como somos vistos. Não há soberania sem imaginação, sem imagem própria. E a soberania imaginativa não se sustenta sem políticas públicas”, afirmou.

Apresentações artísticas e performances conectadas ao tema da edição, incluindo a apresentação da Sociedade Orquestra e Banda Ramalho (S.O.B.R.) e uma performance audiovisual inspirada no conceito de Soberania Imaginativa completaram a noite.

Encerrando a cerimônia, foi realizada a pré-estreia do filme O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima, reforçando o diálogo entre memória, experimentação e criação contemporânea.

Atualizado há menos de 1 hora

No terceiro dia da Mostra, o Ministério da Cultura lançou o inédito Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 e o curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, desenvolvido em parceria com a Escola Fundação Itaú. Essas iniciativas, apresentadas pela Secretaria do Audiovisual, fazem parte de uma estratégia para fortalecer políticas públicas e investir na formação do setor.

Durante o debate Políticas públicas de fomento audiovisual, realizado pela manhã, a diretora de Formação e Inovação Audiovisual da SAV, Milena Evangelista, destacou a construção dos Arranjos Regionais, estruturados a partir do diálogo com gestores culturais. O investimento total soma R$ 542 milhões do Governo Federal, com contrapartida de aproximadamente R$ 120 milhões de estados e municípios, ampliando o alcance da política e fortalecendo o audiovisual em todas as regiões do país.

O estudo Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 foi lançado, apresentando um diagnóstico nacional com dados inéditos sobre o setor. A presidenta da Funarte, Maria Marighella, enfatizou a cultura como força coletiva e a importância das políticas públicas na construção de comunidades.

À tarde, o MinC participou do painel Convergências entre Cinema e Formação: Saberes, Territórios e Práticas para uma outra educação, lançando o curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, uma resposta a uma demanda histórica por formação no setor.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social como eixo central do processo. A secretária do Audiovisual também participou da sessão de abertura do 4º Fórum de Tiradentes, que teve como foco os desafios e as oportunidades para a consolidação de um ecossistema nacional do audiovisual.

Atualizado há menos de 1 hora

Representando o Ministério da Cultura, a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga celebrou o momento vivido pelo setor. “Estamos transbordando de felicidade. Começamos o ano ganhando o Globo de Ouro, com o filme O Agente Secreto e temos dez filmes brasileiros em Berlim e 137 filmes aqui na Mostra. Quando um filme brasileiro entra em cartaz, o Brasil entra em cartaz no mundo”, afirmou.

A ministra de Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, ressaltou o caráter coletivo da arte cinematográfica e sua relação com os direitos humanos. Segundo ela, o reconhecimento internacional do cinema brasileiro revela a capacidade do povo brasileiro de transformar memória, alegria e luta em narrativa, fruto de uma história de resistência, organização coletiva e afirmação da dignidade.

O diretor Júlio Bressane destacou a dimensão coletiva da criação cinematográfica, enfatizando que o cinema, assim como outras artes, é uma criação construída de forma colaborativa, em um processo que sintetiza o espírito da Mostra.

A diretora da Universo Produções, Raquel Hallak, destacou o cinema como expressão cultural, econômica e simbólica. “O cinema é cultura, é economia criativa, influencia a maneira como nos vemos e como somos vistos. Não há soberania sem imaginação, sem imagem própria. E a soberania imaginativa não se sustenta sem políticas públicas”, afirmou.

Entre as personalidades presentes estiveram o escritor e intelectual Frei Betto, e a atriz, roteirista e diretora Karine Telles — homenageada desta edição.

Apresentações artísticas e performances conectadas ao tema da edição, incluindo a apresentação da Sociedade Orquestra e Banda Ramalho (S.O.B.R.) e uma performance audiovisual inspirada no conceito de Soberania Imaginativa completaram a noite.

Encerrando a cerimônia, foi realizada a pré-estreia do filme O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima, reforçando o diálogo entre memória, experimentação e criação contemporânea.

Atualizado há menos de 1 hora

No terceiro dia da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, o Ministério da Cultura lançou o inédito Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 e o curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, desenvolvido em parceria com a Escola Fundação Itaú. Estas iniciativas foram apresentadas durante a programação do 4º Fórum de Tiradentes, como parte de uma estratégia para fortalecer políticas públicas e ampliar a produção de dados e formação no setor. O investimento total nos Arranjos Regionais soma R$ 542 milhões do Governo Federal, com contrapartida de aproximadamente R$ 120 milhões de estados e municípios, ampliando o alcance da política e fortalecendo o audiovisual em todas as regiões do país. A presidenta da Fundação Nacional das Artes (Funarte), Maria Marighella, destacou a cultura como força coletiva e a importância das políticas públicas na construção de comunidades. A secretária de Cultura de Belo Horizonte, Eliane Parreiras, ressaltou a descentralização das políticas culturais e a gestão compartilhada entre União, estados e municípios.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social como eixo central do processo e como princípio das políticas públicas do governo.

Atualizado há menos de 1 hora

No terceiro dia da Mostra, o Ministério da Cultura apresentou o inédito Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 e lançou o curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, em parceria com a Escola Fundação Itaú. Essas iniciativas foram destacadas durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, como parte de uma estratégia para fortalecer as políticas públicas e ampliar a produção de dados e formação no setor. A diretora de Formação e Inovação Audiovisual, Milena Evangelista, enfatizou que os Arranjos Regionais foram construídos a partir de um diálogo com gestores culturais, com um investimento total de R$ 542 milhões do Governo Federal. Durante o evento, a presidenta da Funarte, Maria Marighella, salientou a importância da cultura como força coletiva e do papel das políticas públicas na construção de comunidades. A secretária de Cultura de Belo Horizonte, Eliane Parreiras, destacou a descentralização das políticas culturais como um momento estratégico para o audiovisual brasileiro. Roberta Martins, do MinC, ressaltou a necessidade de integração entre os entes federativos para fortalecer o Sistema Nacional de Cultura.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social como eixo central do processo e como princípio das políticas públicas do governo. Jussara Locatelli destacou o PDM como referência para as ações futuras do audiovisual brasileiro e ressaltou a importância da inclusão do setor na NIB, especialmente para pequenas e médias empresas. Walkiria Barbosa, presidenta da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual (Fica), afirmou que a entrada do audiovisual na NIB permite a inserção do setor em grandes acordos estratégicos e contribui para a modernização da indústria audiovisual. A mediação foi realizada por Débora Ivanov, da coordenação geral do 4º Fórum de Tiradentes.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o terceiro dia da Mostra, o Ministério da Cultura lançou o inédito Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 e um curso sobre Governança e Ecossistema do Audiovisual no Brasil, em parceria com a Escola Fundação Itaú. Essas iniciativas foram apresentadas pela Secretaria do Audiovisual durante o 4º Fórum de Tiradentes, como parte de uma estratégia para fortalecer políticas públicas e ampliar a produção de dados e formação no setor. A diretora de Formação e Inovação Audiovisual, Milena Evangelista, destacou a importância dos Arranjos Regionais, política estruturada a partir do diálogo com gestores culturais. O investimento totaliza R$ 542 milhões do Governo Federal, com contrapartida de R$ 120 milhões de estados e municípios, fortalecendo o audiovisual em todas as regiões do país. O estudo lançado oferece um diagnóstico nacional do setor, com dados territoriais inéditos. A presidenta da Funarte, Maria Marighella, e outras autoridades ressaltaram a cultura como força coletiva e a necessidade de políticas públicas para construir comunidades. À tarde, o MinC participou de um painel sobre convergências entre cinema e educação, lançando o curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, atendendo a uma demanda histórica de gestores culturais.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. Joelma Gonzaga, secretária do Audiovisual, destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social como eixos centrais do processo. Jussara Locatelli ressaltou a importância da inclusão do setor na NIB, especialmente para pequenas e médias empresas. Walkiria Barbosa, presidenta da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual (Fica), anunciou o início de uma pesquisa de mercado sobre a exportação de filmes brasileiros.

Atualizado há menos de 1 hora

No terceiro dia da Mostra, o Ministério da Cultura lançou o estudo inédito 'Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025' e o curso 'Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema', em parceria com a Escola Fundação Itaú. Estas iniciativas foram apresentadas pela Secretaria do Audiovisual durante o 4º Fórum de Tiradentes e fazem parte de uma estratégia para fortalecer políticas públicas e investir na formação do setor. A diretora de Formação e Inovação Audiovisual, Milena Evangelista, destacou que os Arranjos Regionais foram desenvolvidos a partir de diálogos com gestores culturais, com um investimento total de R$ 542 milhões do Governo Federal e contrapartidas de R$ 120 milhões de estados e municípios. A presidenta da Funarte, Maria Marighella, e a secretária de Cultura de Belo Horizonte, Eliane Parreiras, também participaram do debate, enfatizando a importância da descentralização das políticas culturais e da gestão compartilhada. À tarde, o painel 'Convergências entre Cinema e Formação' abordou a relação entre cinema, educação e formação de públicos, com o lançamento do curso que responde a uma demanda histórica do setor.

Atualizado há menos de 1 hora

Durante o 4º Fórum de Cinema de Tiradentes, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV) participou de debates que evidenciaram a integração institucional e a participação social na formulação de políticas para o audiovisual. A secretária Joelma Gonzaga destacou a articulação política que permitiu a inclusão do audiovisual na Nova Indústria Brasil (NIB), ressaltando a importância de um Plano de Diretrizes e Metas (PDM) participativo e orientado a resultados concretos. Daniela Fernandes, diretora de Difusão e Preservação, enfatizou a força da complementaridade das políticas públicas e a participação social. Jussara Locatelli destacou o PDM como referência para as ações futuras do audiovisual brasileiro e ressaltou a importância da inclusão do setor na NIB, especialmente para pequenas e médias empresas. Walkiria Barbosa, presidenta da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual (Fica), afirmou que a entrada do audiovisual na NIB permite a inserção do setor em grandes acordos estratégicos e contribui para a modernização da indústria audiovisual.

Atualizado há menos de 1 hora

No terceiro dia da Mostra, o Ministério da Cultura lançou o Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 e o curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema. Essas iniciativas, apresentadas pela Secretaria do Audiovisual durante o 4º Fórum de Tiradentes, reforçam a estratégia de fortalecimento das políticas públicas e a ampliação da produção de dados no setor. O investimento total nos Arranjos Regionais soma R$ 542 milhões do Governo Federal, com contrapartida de aproximadamente R$ 120 milhões de estados e municípios, ampliando o alcance da política e fortalecendo o audiovisual em todas as regiões do país. Maria Marighella, presidenta da Funarte, destacou a cultura como força coletiva e a importância das políticas públicas na construção de comunidades. Eliane Parreiras, secretária de Cultura de Belo Horizonte, ressaltou a descentralização das políticas culturais e a gestão compartilhada entre União, estados e municípios.

Compartilhar: