María Corina Machado fala à VEJA sobre derrubada do chavismo

Líder oposicionista deu entrevista às Páginas Amarelas em 2024, na reta final das eleições das quais foi barrada

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María Corina Machado, uma das principais líderes oposicionistas venezuelanas, tem sido uma figura central na luta contra o regime chavista na Venezuela. Em uma entrevista à VEJA em 2024, ela discutiu a possibilidade do uso da força para derrubar o chavismo, um tema que ganhou nova relevância após eventos recentes.

Contexto Político Atual na Venezuela

A situação política na Venezuela tem sido tensa, especialmente após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro de 2026. O governo de Maduro, que manteve o poder por mais de uma década, enfrentou desafios significativos, incluindo sanções internacionais e acusações de fraude eleitoral. Em 2023, María Corina Machado venceu as primárias presidenciais, mas foi impedida de concorrer devido ao seu apoio às sanções contra Maduro.

A Luta da Oposição

Após ser declarada inelegível, Machado conseguiu unir a oposição venezuelana, apoiando Edmundo González Urrutia nas eleições de 2024. No entanto, o regime chavista declarou a vitória de Maduro, apesar das evidências de fraude. Em 2026, os Estados Unidos intervieram na Venezuela, capturando Maduro e propondo uma administração interina. Machado, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2025, defendeu que González assumisse a presidência imediatamente.

Reações Internacionais

A captura de Maduro pelos Estados Unidos gerou reações internacionais variadas. Enquanto líderes como Javier Milei apoiaram a ação, outros, como Gustavo Petro e Gabriel Boric, a condenaram. O Brasil, sob a liderança de Lula, criticou o uso da força, destacando a importância de soluções diplomáticas e o respeito ao direito internacional.

O Êxodo Venezuelano

A crise na venezuela" class="keyword-link" data-keyword="venezuela">venezuela-e-capturam-maduro" class="keyword-link" data-keyword="venezuela">Venezuela também resultou em um êxodo significativo de sua população, impactando países vizinhos. A situação permanece incerta, com a captura de Maduro marcando um novo capítulo na crise política do país. A atuação de figuras como María Corina Machado e a intervenção dos Estados Unidos terão implicações duradouras para a estabilidade política e social da região. O papel do Brasil e de outros países latino-americanos será crucial na busca por uma solução pacífica e democrática.

Os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento, se pronunciaram na última sexta-feira, dia 9, para comemorar a aprovação do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

Através de suas redes sociais, Haddad descreveu o acordo como um marco histórico, ressaltando não apenas seu impacto econômico, mas também seu significado geopolítico. “Estamos diante de uma nova avenida de cooperação em um momento conturbado, que abre portas para um futuro de pluralidade e oportunidades”, enfatizou o ministro.

Simone Tebet, por sua vez, enfatizou que esse acordo permitirá que produtos brasileiros cheguem a um maior número de consumidores e que a ampliação dos investimentos será fundamental para auxiliar na redução da inflação no país. “Este é um marco histórico para o multilateralismo! O Acordo Mercosul-União Europeia representa um dos movimentos econômicos mais significativos das últimas décadas, tanto para o Brasil quanto para o Mercosul. Com mais acesso a mercados, haverá um aumento na concorrência, o que ajudará a baixar ainda mais a inflação. Esse acordo promete combinar crescimento econômico com sustentabilidade, inovação e tecnologia”, Acordo Mercosul-UE: Brasil terá acesso a 36% do comércio ... declarou a ministra em nota oficial.

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