Acordo Mercosul-UE: Oportunidades para Micro e Pequenas Empresas

Acordo Mercosul-UE: Oportunidades para Micro e Pequenas Empresas

Acordo Mercosul–UE amplia mercados para segmentos estratégicos da micro e pequena empresa brasileira, diz Sebrae

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Uma análise do Sebrae sobre o Acordo Mercosul-UE, assinado em 17 de janeiro de 2026, revela que a redução de barreiras tarifárias e burocráticas pode impulsionar significativamente as exportações e a receita de setores essenciais da economia brasileira, especialmente para micro e pequenas empresas. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) estima que o acordo poderá adicionar até R$ 37 bilhões ao PIB nacional até 2044.

Bruno Quick, diretor técnico e presidente interino do Sebrae, destaca que, além de abrir novas oportunidades para produtos brasileiros, o acordo facilitará o acesso a maquinários e insumos, resultando em ganhos de produtividade. Com um mercado consumidor de mais de 700 milhões de pessoas entre os dois blocos, é crucial que as pequenas empresas se preparem para as novas regras que entrarão em vigor.

Entre os setores que se beneficiarão, o café beneficiado, tanto torrado quanto solúvel, é um destaque. Atualmente, enfrenta tarifas de 7,5% a 11,5%, que devem ser eliminadas em até quatro anos, possibilitando um aumento de até 165% na receita em comparação ao grão cru.

O setor de carne de aves e suínos também verá um impacto positivo, com uma previsão de aumento de 19,7% nas exportações até 2040 e um crescimento produtivo de 9,2%. O acordo estabelece uma cota de 180 mil toneladas com tarifa zero, implementada gradualmente ao longo de sete anos.

Para a carne bovina, há uma cota de 99 mil toneladas com uma tarifa reduzida de 7,5%, em contraste com as tarifas atuais, que podem chegar a 31%. As projeções indicam um aumento de 5,1% nas exportações e um crescimento de 1% na produção.

O setor de frutas, como uvas, maçãs e limões, também se tornará mais competitivo, com a eliminação imediata das tarifas para uvas e maçãs e a redução em até sete anos para limões. O Brasil se beneficiará da unificação das regras tarifárias e das informações regulatórias conforme estipulado no acordo.

A cachaça, bebida típica brasileira, terá uma cota de 2.400 toneladas com tarifa zero se vendida a granel, além de uma redução gradual da alíquota atual de 8% até zerar em quatro anos. A proteção da marca da cachaça poderá consolidá-la como um produto de denominação exclusiva do Brasil.

Esse acordo representa uma oportunidade valiosa para promover produtos brasileiros com Indicação Geográfica (IG), um reconhecimento do Instituto de Propriedade Industrial.

Atualizado há 76 horas

O acordo é visto como uma chance de alavancar ainda mais os produtos brasileiros que têm Indicação Geográfica (IG) – um reconhecimento do Instituto de Propriedade Industrial (INPI) de que aquele item tem qualidades ou características de uma determinada área geográfica, incluídos os fatores naturais e humanos, não sendo possível ser produzido em outro ambiente. É o caso do queijo da Canastra (MG), o mel de melato de Bracatinga (sul do país) e cafés em diversas regiões do país. “Vamos intensificar o trabalho de excelência que o Sebrae já faz para apoiar os empreendedores no registro de IGs. Hoje, há 150 IGs reconhecidas no país e esse número tem potencial para subir. Somente no ano passado, aplicamos 95 diagnósticos, com a identificação de 69 territórios com potencial positivo para serem reconhecidos como indicação geográfica. E continuaremos trabalhando”, aponta Quick. Produtos que carregam essa espécie de selo de qualidade e autenticidade podem se beneficiar com a abertura do mercado europeu, aponta a análise do Sebrae.

Atualizado há 82 horas

A instituição considera o tratado, formalizado no último dia 17, um marco histórico de abertura de novos mercados para o país, podendo injetar até R$ 37 bilhões no PIB nacional até 2044, segundo previsões do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Com eliminação imediata de tarifas para uvas e maçãs e em até sete anos para limões, o setor de frutas ganha competitividade em relação a países como Chile e Peru, que já são isentos no mercado europeu. O mercado brasileiro se beneficiará, ainda, da unificação de regras tarifárias e informações regulatórias prevista no capítulo sobre micro, pequenas e médias empresas do acordo.

Atualizado há 94 horas

A instituição considera o tratado, formalizado no último dia 17, um marco histórico de abertura de novos mercados para o país, podendo injetar até R$ 37 bilhões no PIB nacional até 2044, segundo previsões do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Outro mercado com impacto positivo projetado é de carne de aves e suínos, que pode ter um incremento de 19,7% nas exportações até 2040, com crescimento produtivo de 9,2%. O acordo prevê uma cota de 180 mil toneladas com tarifa zero, a ser implementada gradualmente nos próximos sete anos. A cota vale para o bloco exportar à União Europeia e é medida pelos sistemas de comércio exterior. Com eliminação imediata de tarifas para uvas e maçãs e em até sete anos para limões, o setor de frutas ganha competitividade em relação a países como Chile e Peru, que já são isentos no mercado europeu. O mercado brasileiro se beneficiará, ainda, da unificação de regras tarifárias e informações regulatórias prevista no capítulo sobre micro, pequenas e médias empresas do acordo.

Atualizado há 100 horas

A instituição considera o tratado, formalizado no último dia 17, um marco histórico de abertura de novos mercados para o país, podendo injetar até R$ 37 bilhões no PIB nacional até 2044, segundo previsões do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Outro mercado com impacto positivo projetado é de carne de aves e suínos, que pode ter um incremento de 19,7% nas exportações até 2040, com crescimento produtivo de 9,2%. O acordo prevê uma cota de 180 mil toneladas com tarifa zero, a ser implementada gradualmente nos próximos sete anos. A cota vale para o bloco exportar à União Europeia e é medida pelos sistemas de comércio exterior.

Com eliminação imediata de tarifas para uvas e maçãs e em até sete anos para limões, o setor de frutas ganha competitividade em relação a países como Chile e Peru, que já são isentos no mercado europeu. O mercado brasileiro se beneficiará, ainda, da unificação de regras tarifárias e informações regulatórias prevista no capítulo sobre micro, pequenas e médias empresas do acordo.

Tipicamente brasileira, a cachaça não apenas ganha mercado, já que a alíquota atual de 8% será reduzida gradualmente em quatro anos até zerar para garrafas de até 2 litros, além de cota de 2.400 toneladas com tarifa zero se for a granel, mas também tende a ter sua marca mais protegida. Isso porque o fluxo maior para a Europa consolidará a cachaça como um produto de denominação exclusiva do Brasil, o que evita o uso indevido por produtores estrangeiros.

Atualizado há 106 horas

A instituição considera o tratado, formalizado no último dia 17, um marco histórico de abertura de novos mercados para o país, podendo injetar até R$ 37 bilhões no PIB nacional até 2044, segundo previsões do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A hora é de reforçar a preparação dos pequenos negócios, diante desse grande mercado consumidor que se abre, somando mais de 700 milhões pessoas considerando os dois blocos, para estarmos prontos quando as regras passarem a valer.

O mercado brasileiro se beneficiará, ainda, da unificação de regras tarifárias e informações regulatórias prevista no capítulo sobre micro, pequenas e médias empresas do acordo.

Tipicamente brasileira, a cachaça não apenas ganha mercado, já que a alíquota atual de 8% será reduzida gradualmente em quatro anos até zerar para garrafas de até 2 litros, além de cota de 2.400 toneladas com tarifa zero se for a granel, mas também tende a ter sua marca mais protegida. Isso porque o fluxo maior para a Europa consolidará a cachaça como um produto de denominação exclusiva do Brasil, o que evita o uso indevido por produtores estrangeiros.

Atualizado há 118 horas

Com eliminação imediata de tarifas para uvas e maçãs e em até sete anos para limões, o setor de frutas ganha competitividade em relação a países como Chile e Peru, que já são isentos no mercado europeu. O mercado brasileiro se beneficiará, ainda, da unificação de regras tarifárias e informações regulatórias prevista no capítulo sobre micro, pequenas e médias empresas do acordo.

Atualizado há 126 horas

A instituição considera o tratado, formalizado no último dia 17, um marco histórico de abertura de novos mercados para o país, podendo injetar até R$ 37 bilhões no PIB nacional até 2044, segundo previsões do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Para o diretor técnico e presidente interino do Sebrae, Bruno Quick, o acordo representa novos mercados para o produto brasileiro, mas, ao mesmo tempo, um acesso a maquinários e insumos que garantirão ganhos de produtividade internamente.

A hora é de reforçar a preparação dos pequenos negócios, diante desse grande mercado consumidor que se abre, somando mais de 700 milhões pessoas considerando os dois blocos, para estarmos prontos quando as regras passarem a valer.

Atualizado há 133 horas

Os dados levantados pelo Sebrae traçam as previsões por segmento. Um dos que se destacam é o do café beneficiado (torrado e solúvel), hoje com tarifas entre 7,5% e 11,5% e que serão zeradas em até quatro anos. A projeção é que o quilo do produto beneficiado gere até 165% mais receita em relação ao grão cru.

Outro mercado com impacto positivo projetado é de carne de aves e suínos, que pode ter um incremento de 19,7% nas exportações até 2040, com crescimento produtivo de 9,2%. O acordo prevê uma cota de 180 mil toneladas com tarifa zero, a ser implementada gradualmente nos próximos sete anos. A cota vale para o bloco exportar à União Europeia e é medida pelos sistemas de comércio exterior.

Na carne bovina, também haverá uma cota para o bloco, de 99 mil toneladas com tarifa de 7,5% — bem abaixo das que incidem hoje, que podem chegar a 31%. A projeção é de aumento de 5,1% nas exportações e 1% na produção no médio prazo.

Com eliminação imediata de tarifas para uvas e maçãs e em até sete anos para limões, o setor de frutas ganha competitividade em relação a países como Chile e Peru, que já são isentos no mercado europeu. O mercado brasileiro se beneficiará, ainda, da unificação de regras tarifárias e informações regulatórias prevista no no capítulo sobre micro, pequenas e médias empresas do acordo.

Tipicamente brasileira, a cachaça não apenas ganha mercado, já que a alíquota atual de 8% será reduzida gradualmente em quatro anos até zerar para garrafas de até 2 litros, além de cota de 2.400 toneladas com tarifa zero se for a granel, mas também tende a ter sua marca mais protegida. Isso porque o fluxo maior para a Europa consolidará a cachaça como um produto de denominação exclusiva do Brasil, o que evita o uso indevido por produtores estrangeiros.

Atualizado há 143 horas

Bruno Quick, diretor técnico e presidente interino do Sebrae, reitera a importância de as pequenas empresas se prepararem para as novas regras que entrarão em vigor, destacando que o mercado consumidor que se abre soma mais de 700 milhões de pessoas entre os dois blocos. A cachaça, além de ter sua alíquota reduzida para garrafas de até 2 litros, contará com uma cota de 2.400 toneladas com tarifa zero se vendida a granel, consolidando-se como um produto de denominação exclusiva do Brasil, protegendo a marca contra o uso indevido por produtores estrangeiros.

Atualizado há 149 horas

A hora é de reforçar a preparação dos pequenos negócios, diante desse grande mercado consumidor que se abre, somando mais de 700 milhões de pessoas considerando os dois blocos, para estarmos prontos quando as regras passarem a valer. Acesse aqui os principais pontos da análise do Sebrae sobre o acordo.

Outro mercado com impacto positivo projetado é de carne de aves e suínos, que pode ter um incremento de 19,7% nas exportações até 2040, com crescimento produtivo de 9,2%. O acordo prevê uma cota de 180 mil toneladas com tarifa zero, a ser implementada gradualmente nos próximos sete anos. A cota vale para o bloco exportar à União Europeia e é medida pelos sistemas de comércio exterior.

Com eliminação imediata de tarifas para uvas e maçãs e em até sete anos para limões, o setor de frutas ganha competitividade em relação a países como Chile e Peru, que já são isentos no mercado europeu. O mercado brasileiro se beneficiará, ainda, da unificação de regras tarifárias e informações regulatórias prevista no capítulo sobre micro, pequenas e médias empresas do acordo.

Tipicamente brasileira, a cachaça não apenas ganha mercado, já que a alíquota atual de 8% será reduzida gradualmente em quatro anos até zerar para garrafas de até 2 litros, além de cota de 2.400 toneladas com tarifa zero se for a granel, mas também tende a ter sua marca mais protegida. Isso porque o fluxo maior para a Europa consolidará a cachaça como um produto de denominação exclusiva do Brasil, o que evita o uso indevido por produtores estrangeiros.

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